Eis que a tempestade vai aos poucos castigando.
Seus insistentes ventos a pele fustigando.
Ainda bem que em pé consigo me manter,
Mas não sei até quando irei permanecer.
Eu sigo firme e forte, mas não sei se quem amo terá a mesma sorte.
Eles estão ficando entristecidos, e isso é o que mais me deixa entristecido.
Eles querem mostrar que são fortes, mas às vezes, na chuva, disfarçam seus choros.
Essa tempestade insiste em me molhar.
E está mui grande, aumentando a cada dia.
Sinto um certo peso, e percebo que sou pó,
Mas sei que logo logo irá surgir o Sol.
3 Comments to ““Versos-quase-prosa” da tempestade passageira”
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Autores:
- Fernando Kobaia
- Ricardo Mazzarioli
- Charlie Dalton
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Fernando Kobaia says:
Novo post no #DPNE “Versos-quase-prosa” da tempestade passageira http://migre.me/4HYh Confira
Eloine says:
Tem selo pra vcs no meu blog
Marcela says:
Muito bom seu blog…. =))))))))!!!!******