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Mar
26

Jeito Simples

O jeito simples de te namorar[bb]
me fez crescer, me fez amar.
Você com seu jeito de menina no olhar,
me revela intimamente seu jeito mulher ao me tocar.

Somente contigo foi que me encontrei
no seu jeito simples de mulher o qual me apaixonei.
O certo ou errado, o que é eu já não sei.

Em você achei inspiração para os meus sonhos que ainda ei de sonhar.
em você achei razões para poder amar.
Hoje sei que tudo isso não é sonho, delírio, ou ilusão
tenho certeza que o que consegui foi te entregar meu coração.

Pra você me entreguei sem pensar e nem hesitar.
teu simples jeito de falar me tirou do chão.
Quando pensei em desanimar e parar de me apaixonar,
encontrei em você minha verdadeira emoção.

Galera! Isso aqui ainda existe, enfim…

Hoje (08/03) é o dia das mulheres[bb]. Então, parabéns a todas nossas leitoras.

[desculpa esfarrapada] Como nós (Eu e o Ricardo), estamos com o tempo meio curto o blog tá meio parado, mas nós vamos voltar… Ou não. [/desculpa esfarrapada]

Irei repostar um poema que escrevi a um certo tempo, e eu gostei.

Estranha Mulher

Estranha Mulher

Os movimentos que acentuavam sua cor mestiça
O brilho irresistível da mulata, pecadora, toda perfeita
Com os braços na cintura, rebolava para a esquerda e direita
Com aquela voz suave e o cheiro cativante, era até injustiça

Esse rebolado que encanta e enfeitiça
Magia de provocação e sedução
E de tão longe fazia caricias
Gingado que transforma essa dança na mais profunda maldição

Os homens, encantados pela sua dança, admiravam
Seus olhos enamorados brilhavam
Quando ela chegava perto, sentiam seu peculiar aroma
O forte desejo fazia entrarem em um estado de coma

Eles ficavam totalmente entorpecidos só de vê-la
Seu corpo brilhando ao luar
Uma estranha embriaguez tomou-lhe conta como uma estrela
E sob os homens, a mulher não parou de penumbrar

Feb
24

Devaneios

Devaneios de um poeta noturno à procura de um poema para uma serena manhã

O coração bate acelerado
E cada vez mais
As mãos pedem por você
A garganta engole a seco
O apelo.
O pedido.
O grito desesperado.
E a cabeça ferve.
O corpo flama e,
Delirante,
Vem você…
•Dor suor noturno
Inconsciente,
•Brota o orvalho fresco sereno da manhã.
1998

•No original inconseqüente
• como orvalho fresco e sereno da manhã

Lindo poema feito pela Chris, do blogContos de Chris“.  Recomendo MUITO para quem gosta de poemas, poesias, contos e derivados.

Feb
19

Vila

Vila tão linda
Vila formosa
Vila serena

Sob ao luar um velho a pescar.
Buscando encontrar a velha alegria de sonhar.
Não o culpo por ser pequeno e se arriscar na imensidão.
Mas não o compreendo por que se ofuscar na solidão.

Vila cuja a qual ainda tento intender
Se todos de lá nasceram para brilhar
Ou ainda não sabem como amanhecer
Dec
25

Natal

Natal, data pra celebrar e comemorar.
Dia para festejar a vida, paz e porque não amar?
Felicidades a Cristo que nesta data nasceu,
E Parabéns ao Fernando que também floresceu.

Neste feriado Mundial
Existe muita hipocrisia e falsidade moral
Enquanto crianças acreditam num mundo perfeito
Surge mais um homem suspeito

O significado vai além dos presentes materiais
É o dia de você rever todos os teus ideais
Reserve o seu dia para se dedicar a sua família
e esqueça de toda a correria do dia-a-dia

Apesar dessa data especial
Fazer aniversário no natal é normal
Muitas brincadeiras por causa dessa coincidência
Desde os primórdios isso exige paciência

Toda equipe do Dois Poetas na Escola deseja a todos os leitores um feliz Natal! E em especial ao autor Fernando, um feliz aniversário!

Eu, Charlie Dalton, sempre posto textos meus. Mas hoje eu resolvi postar uma poesia que não é minha. Por quê? Por que ela fala algo importante, da consciência que devemos ter diante da extinção dos animais. E detalhe: esses versos datam de 1981 e já menciona esse problema. (Se a situação era urgente naquela época, quanto mais hoje!).

Nunca fiz algo do tipo aqui, falando diretamente com os leitores, mas esses versos são diferentes. Eu tinha que dar uma atenção especial a esses versos.

Estes são os versos. Espero que gostem – e reflitam!

As baleias

Não é possivel que você suporte a barra
De olhar nos olhos do que morre em suas mãos
E ver no mar se debater o sofrimento
E até sentir-se um vencedor neste momento

Não é possivel que no fundo do seu peito
Seu coração não tenha lágrimas guardadas
Pra derramar sobre o vermelho derramado
No azul das águas que voce deixou manchadas

Seus netos vão te perguntar em poucos anos
Pelas baleias que cruzavam oceanos
Que eles viram em velhos livros
Ou nos filmes dos arquivos

Dos programas vespertinos de televisão.
O gosto amargo do silêncio em sua boca
Vai te levar de volta ao mar e à fúria louca
De uma cauda exposta aos ventos

Em seus últimos momentos
Relembrada num troféu em forma de arpão.
Como é possível que voce tenha coragem
De não deixar nascer a vida que se faz

Em outra vida que sem ter lugar seguro
Te pede a chance de existência no futuro
Mudar seu rumo e procurar seus sentimentos
Vai te fazer um verdadeiro vencedor

Ainda é tempo de ouvir a voz dos ventos
Numa canção que fala muito mais de amor
Seus netos vão te perguntar em poucos anos
Pelas baleias que cruzavam oceanos

Que eles viram em velhos livros
Ou nos filmes dos arquivos
Dos programas vespertinos de televisão
O gosto amargo do silêncio em sua boca

Vai te levar de volta ao mar e à furia louca
De uma cauda exposta aos ventos
Em seus últimos momentos
Relembrada num troféu em forma de arpão

Não é possivel que você suporte a barra

Quem são os poetas responsáveis por estes versos?

Ó Apple, internacional e imponente:
Obrigado por deixar-me impotente
ante a tua tecnologia tão latente
que me faz – agora e sempre
gritar com esse aparelho morto em minha frente!

Obrigado – pelo Iphone, que é só modernidade
- Pelas mil horas sem sinal, problemas mil de mobilidade
com suas travas insistentes e bateria pela metade
- Pelo manual de instruções, de uma total inutilidade
- Por me deixar tão furioso com essa droga de novidade!

Apple, poderosa e ímpar, paladina dos novos tempos
Pq vc fez do Iphone essa soma de excrementos?
Por que ele custa caro, coisa de sei lá quantos quinhentos?
Por que ele é essa droga, que faz da gente uns desgracentos?
… odiei tanto o meu, que agora, eu… o vejo a voar pelos ventos!

Ó Apple japonesa, americana, de procedência que não sei mais:
leve esse Iphone de meia-tigela! Devolva meu aparelho dos Neanderthais!

Tragam de volta o meu fone de discar e o tijolão dos celulares iniciais!
Implodam essa coisa tecnológica, Iphone de uma ova – faz de nós seres bestiais…
A mim, indenizem! Façam com que as feridas cicatrizem… desses dias de muitos ‘ais’!

E, por fim, percebam – atentos e quietinhos:
que bonito que é quando o Iphone acaba!
Quebrado em mil pedacinhos
destroçado por uma mente perturbada…

(in memorian – Iphone 3G de Rafael Cortez – * 22-09-2008 – +10-11-2009)

Por Rafael Cortez

Fonte: Blog do Rafael Cortez

O dia chegou
O caos está reinando o mundo
Então, finalmente a paz acabou
Ninguém aguenta mais nenhum segundo

Você pode se esconder
Mas você irá adoecer
Você pode lutar
Mas você irá se aniquilar

Tudo será lembrado
Você será açoitado
Não haverá perdão
Eu o peguei, está na minha mão, o seu coração

Agora você deve partir
Não conseguirá dormir
Pois está escuro e não consegue enxergar
E cuidado para não amar

Vago por ai tentando esquecer
Levo no peito uma saudade que parece rasgar
Sentimentos confusos de um poeta em solidão

Machuca forte o peito
E estraçalha o coração
Sei que confuso este poema está

Mas para um jovem, seus sentimentos são dificeis de desabafar
Já não sei mais o que fazer
Tudo o que faço me lembra você

E naqueles momentos de solidão
Vou me lembrar sempre de um refrão
“Nunca diga não, para aqueles que um dia te estenderam as mãos”

Oct
23

Formigamento

Não sei se chega ser uma dor
Ou se chega a ser um incomodo
Pois as vezes penso que pode ser um amor
Mil vezes acontece isso em casa no meu cômodo

A dormência do meu pé, uma maravilha
Passo meu dia torcendo para não voltar
Espero que não a tenha nadando para um ilha
E não durmo enquanto ela não me incomodar

Aquelas sensações estranhas
Porém, descobri certas artimanhas
Para evitar este inconveniente
Quem me ver executando-as, achará que sou demente

Por motivo de dificuldade de transmissão dos impulsos eletromecânicos.
Essa maldita surge para atrasar nossa vida
Vou fazer um aparelho para isso, nada aerodinâmico
Minha ultima, talvez melhor saída

Autores:

  • Fernando Kobaia
  • Ricardo Mazzarioli
  • Charlie Dalton

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