Calor na cidade

Calorão! Que calorão!
Abafado! Sufoco!
(Meus Deus! que sufoco!)

Suor grudando na roupa.
O corpo grudado de suor.
Sou eu que estou com suor
Ou o suor que me tem?

A sede é presente, a gente aqui sente,
Mas não queria receber tal presente!
Por isso bebo água pra ver se isso passa.
Mas só água parece que não basta.
(Quem sabe uma piscina ou uma praia me acalma…)

O calor não é o problema:
O problema é o abafado.
É ruim, me cansa, me deixa bem molhado!
Quanto calor! Quanto abafado!
Calor na cidade não tem muita graça…

Dia do Julgamento

O dia chegou
O caos está reinando o mundo
Então, finalmente a paz acabou
Ninguém aguenta mais nenhum segundo

Você pode se esconder
Mas você irá adoecer
Você pode lutar
Mas você irá se aniquilar

Tudo será lembrado
Você será açoitado
Não haverá perdão
Eu o peguei, está na minha mão, o seu coração

Agora você deve partir
Não conseguirá dormir
Pois está escuro e não consegue enxergar
E cuidado para não amar

Eu acesso o DPNE (10)

JoyceHoje, a Joyce. :D

Mande sua foto para blogdoispoetas@hotmail.com


Com sentido nenhum

Vago por ai tentando esquecer
Levo no peito uma saudade que parece rasgar
Sentimentos confusos de um poeta em solidão

Machuca forte o peito
E estraçalha o coração
Sei que confuso este poema está

Mas para um jovem, seus sentimentos são dificeis de desabafar
Já não sei mais o que fazer
Tudo o que faço me lembra você

E naqueles momentos de solidão
Vou me lembrar sempre de um refrão
“Nunca diga não, para aqueles que um dia te estenderam as mãos”

Preto e Branca

O encontro da luz e da escuridão:
O amor os uniu.
O amor foi tanto
Que um poeta assim surgiu.

Ele é a noite. Ela é o dia.
Eu e minha irmã:
Nós somos a tardinha!

Tão belo o contraste;
De longe dá destaque!
Quão belo o casal,
Quão belos são meus pais!

Formigamento

Não sei se chega ser uma dor
Ou se chega a ser um incomodo
Pois as vezes penso que pode ser um amor
Mil vezes acontece isso em casa no meu cômodo

A dormência do meu pé, uma maravilha
Passo meu dia torcendo para não voltar
Espero que não a tenha nadando para um ilha
E não durmo enquanto ela não me incomodar

Aquelas sensações estranhas
Porém, descobri certas artimanhas
Para evitar este inconveniente
Quem me ver executando-as, achará que sou demente

Por motivo de dificuldade de transmissão dos impulsos eletromecânicos.
Essa maldita surge para atrasar nossa vida
Vou fazer um aparelho para isso, nada aerodinâmico
Minha ultima, talvez melhor saída

Um pouco sobre o desafio

O desafio é capaz de instigar o sujeito
E também é capaz de dar medo intenso!
É pequeno pra quem por ele passou –
E gigante pra quem apenas começou!

Não é fácil – pode ser bem difícil.
O nome já diz: é um desafio.
Capaz de deixar a barriga no frio.
Capaz de acender da bomba o pavio.
Capaz de encher um grande vazio.
Capaz de dar forças quando vencido!

Animais

Porque fazer sofrer uma pobre criatura?
Para que praticar tanta tortura?
Prove que não é só mais um humano sem coração
Abrace esta causa e sinta toda a gratidão

Animais não foram feitos para serem caçados
Porque não podem ser amados?
Não existem para fazer pele
Diga não e se rebele

Você se assusta com a criança morta
Mas saboreia a carne da torta
Diz que os caçadores não têm compaixão
Mas não aceita um natal sem faisão

Liberte o animal que está em você
Veja no olhar de desespero deles
Ajude a quebrar essas barreiras
Por isso eu digo: Salve as baleias

Dia dos Poetas

Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes
Grandes pessoas, enormes poetas
Metafísica, métrica, rimas
Cada um com suas características, seu estilo, sua escola

Contavam seus sentimentos
De um modo sem igual
Falavam das mulheres e de seus lamentos
E de coisas além do sobrenatural

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Como já dizia Fernando Pessoa

Poetas amadores, anônimos
Seus poemas não são fáceis escrever
Muito menos, sua mensagem, compreender
Transpor seus sentimentos em palavras, significados

Não são devidamente valorizados
Mas depois, seus poemas são declamados
Luís Vaz de Camões, Augusto dos anjos
Entre tantos outros deuses, com seus poemas e livros


Parabéns a todos os poetas, pelo seu dia!

Novo DPNE

Como todos já viram, ou não, o DPNE está de cara nova. Sim! Mais uma vez mudamos…
Uma das vantagens de blogs, são essas possibilidades de mudança fácil, assim melhorando cada dia mais e mais.
Antes de anunciar todas novidades, agradecemos o apoio de todos os leitores, cada dia o DPNE está crescendo mais e mais. Então, um MUITO OBRIGADO por tudo galera!

O processo de mudança do blog começou neste post, assim possibilitando traçar um pouco o perfil dos leitores(depois teremos a conclusão e o post sobre tal perfil), agradecemos também a todos que colaboraram com a pesquisa. E se você não colaborou, colabore!

Foi um grande sucesso a seção “Eu acesso o DPNE“, já postamos várias fotos, e ainda existem muitas para serem postadas. A seção “Do leitor“se não fez um sucesso igual, foi maior.

Nunca imaginávamos que nosso blog, simples e com uma história no mínimo curiosa, tomaria estas proporções.

Continuem mandando suas fotos, seus poemas, textos e afins para a gente. Use o menu de contato ou pelo email blogdoispoetas@hotmail.com

E aguardem mais novidades!

SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline